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| :: - Sofrer é fácil ser feliz dá trabalho |
| Postado por blog em 03/10/2009 na Categoria : Artigos SubCategoria : Artigos |
(Carolina Bocchi Maia, Coren PR 30174)
Há tempos tenho vontade de escrever sobre este slogan que, a primeira vista, parece algo estranho e impossível de encontrar alguém que possua isto em mente como propósito.
Entretanto, à medida que presto atenção em detalhes do cotidiano naqueles que me cercam, quer sejam em familiares, amigos ou colegas de trabalho, por vezes, constato a dificuldade de encontrar pessoas desfrutando de verdadeira paz.
A vida humana é frágil com uma flor. Hoje é, amanhã não é mais. Murcha-se como a erva do campo. Desaparece como a nuvem levada pelo vento O aparente êxito em uma determinada área da vida pessoal ou profissional não lhe garante a felicidade.
Então, fico me perguntando: por que existem pessoas frustradas, fracassadas e infelizes? E, a meu ver, a resposta é simples. Porque não sabem viver. Podem ter dinheiro, fama, poder, cultura, entre outros, mas não sabem viver. Existir não é simplesmente viver. Viver é uma arte que requer sabedoria.
Para elucidar o meu pensamento tomo como exemplo famílias envolvidas com a problemática de dependência química, em que ocorre perda do controle e ausência de limites sobre os atos praticados. Nelas percebe-se que os seus integrantes respondem de maneiras variadas aquilo que lhes têm incomodado, magoado, entristecido, provocado raiva, culpa, etc.
Com o passar do tempo e, de maneira inconsciente o que se observa é que a maioria destas pessoas se acostuma com os problemas existentes no seu dia-a-dia de tal forma que, eles passam a fazer parte da sua rotina familiar e, inconscientemente, admitem como princípio que “Sofrer é fácil e ser feliz dá trabalho”.
Este sentimento negativo toma conta da vida, de tal maneira que os membros da família se acomodam nesta zona de desconforto que se estabeleceu em torno da dinâmica disfuncional familiar e acreditam não haver mais nada a fazer a não ser “sofrer”.
Ressalta-se que este sentimento negativo de aceitação do sofrimento como única opção, não é restrito a problemática das dependências químicas, mas é muito freqüente e pode ser observado em diversas outras situações da vida diária.
Certa feita li algo que dizia que: “Somos gigantes intelectuais e pigmeus emocionais” e me chamou a atenção.
Muito da nossa insegurança e medo é evidenciado quando queremos transformar os comportamentos dos outros, até porque isto normalmente resulta em tentativa frustrada.
Quando cada um de nós entende que é tão livre, a ponto de respeitar as diferenças individuais, tem o privilégio de começar a olhar para si mesmos, e partir da ocorrência de mudanças em seus próprios comportamentos, há a possibilidade de acompanhar mudanças nos seus relacionamentos significativos.
A esse respeito tenho aprendido também que não se deve esperar passivamente que a dinâmica familiar volte a sua normalidade espontaneamente e tampouco que os membros se ajustem ao seu jeito de ser. É preciso agir.
As verdadeiras arapucas estão dentro de nós e, por vezes, temos dificuldades de reconhecê-las. As coisas simples que vivenciamos ocupam a maior parte do nosso tempo, mas em contrapartida, são também as mais difíceis de serem solucionadas, especialmente porque elas dependem de decisões. Com freqüência, dizemos que fomos enganados e que os culpados pelo nosso sofrimento são sempre os outros.
Entretanto, o investimento de tempo e de prioridades destinados a administração dos problemas que lhe afligem, inicia em você com a opção de adotar pequenos gestos e atitudes com entendimento e sabedoria, dando um passo de cada vez.
Nenhum crescimento acontece com a velocidade desejada. A decisão de mudar pode ser imediata, mas o processo leva tempo. É sempre mais e mais. Restaurar consiste em consertar o que estava destruído. Muitas vezes é fazer de novo.
Viver a vida é um desafio constante de enfretamento de perigos e que a árvore salvadora é a instrução divina. Esta, por sua vez, não está limitada pelo tempo e tampouco pela cultura. Princípios como honestidade, fidelidade, verdade, respeito pela vida, entre outros são eternos e imutáveis.
Não permita que este slogan Sofrer é fácil e ser feliz dá trabalho seja o termômetro que define a temperatura da sua vida. Atreva-se a ser e a fazer diferente.
Creia que nunca é tarde para dar meia volta e reiniciar. Ninguém vive para si e nem morre par si. Qualquer decisão que você tomar hoje provocará conseqüências para você, para a família, para amigos e colegas de trabalho.
Então, fica o convite.
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| :: - Políticas sobre drogas: foco nas convergências |
| Postado por blog em 27/08/2009 na Categoria : Artigos SubCategoria : Artigos |
Os governos e as sociedades de diversos países estão enfrentando um novo desafio: como se preparar para responder ao surgimento de substâncias psicoativas cada vez mais diversificadas e com efeitos cada vez mais potentes? Essas mudanças fazem com que o debate em torno das políticas sobre drogas fique ainda mais complexo. Não se trata apenas de contrapor uma postura “liberal” a favor da legalização a uma posição “conservadora” de controle. É preciso avaliar o impacto social, de saúde e de segurança pública relacionado às drogas. Um exemplo é o da maconha hidropônica, cultivada em ambientes fechados, e que possui um poder alucinógeno até quatro vezes maior do que o da maconha tradicional. Mais difícil ainda é a questão do crack, uma droga derivada da cocaína que chegou à maioria dos grandes centros urbanos brasileiros e cuja dimensão ainda não é plenamente conhecida.
O crescente aumento das restrições ao uso de tabaco e de álcool é uma tendência internacional amplamente aceita – uma postura que contradiz a das campanhas pró-legalização das drogas. Essas campanhas costumam ignorar o fato de que, enquanto o tabaco e o álcool atingem entre 25% e 50% da população mundial, as drogas ilegais são consumidas por menos de 5% das pessoas – um problema comparativamente muito menor do que o das drogas legais. Isso quer dizer que sob a perspectiva de saúde o controle associado a programas de prevenção está funcionando na prática. A edição 2009 do Relatório Mundial sobre Drogas, publicado recentemente pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), mostra que, globalmente, nos últimos anos, a produção e o consumo de drogas vêm se mantendo praticamente estáveis – ainda que, nos países em desenvolvimento, inclusive no Brasil, observem-se pequenos índices de crescimento, principalmente entre as drogas sintéticas.
Entretanto, não se pode pensar apenas em termos de controle. A recomendação das Nações Unidas aos Estados-membros é que se desenvolvam cada vez mais políticas de saúde para usuários de drogas, tratando-os como pessoas que precisam de acesso ao atendimento – e não de punição criminal. É importante compreender que, ainda que sejam estimuladas nos países mudanças de legislação no sentido de se aplicar penas alternativas aos usuários, há consenso entre os Estados-membros sobre a posição de manter as drogas ilegais. Uma eventual legalização implicaria um custo social e a exigência de um aparato de proteção de proporções que a maior parte dos países não teria condições de oferecer. Afinal, as drogas não são prejudicais porque são ilegais, são ilegais justamente porque são prejudiciais.
A aparente contradição entre legalização ou não-legalização tende a tirar a discussão do foco que realmente interessa e que, na verdade, revela muito mais convergências do que divergências: a busca por uma abordagem equilibrada entre as ações de prevenção, incluindo o amplo acesso aos serviços de saúde para os usuários, e as ações de repressão, focadas no controle ao crime organizado transnacional e aos grandes financiadores do tráfico. Se as convergências forem mais observadas do que as divergências, o debate em relação às políticas sobre drogas poderá se converter em um processo que efetivamente resulte em benefícios concretos para todos.
Bo Mathiasen, 45, dinamarquês, é o representante do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) para o Brasil e o Cone Sul. É mestre em Ciência Política e Economia pela Universidade de Copenhague e especialista em Desenvolvimento Econômico pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
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| :: - O que são Drogas Estimulantes? |
| Postado por blog em 11/04/2008 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Como sugere o termo, são de substâncias que aceleram (estimulam) a atividade do Sistema Nervoso Central (cérebro), que passa então a funcionar mais rapidamente. A pessoa então anda mais, corre mais, dorme menos, fala mais, come menos, etc.
São muitas as substâncias usadas, algumas são de origem vegetal: por exemplo, a cafeína do café ou chá. Todos sabem que o café tira o sono, deixa a pessoa mais ativa, mais acordada.
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| :: - O perigo das drogas |
| Postado por blog em 10/04/2008 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Freqüentemente, a imprensa local vem registrando a apreensão de grandes quantidades de drogas.
Particularmente na capital, a ação policial vem transformando em rotina a captura de atravessadores, alguns traficantes e seu malsinado produto.
Agora, diz-se que o tráfico estaria recrutando estudantes de escolas de primeiro e segundo graus, no período noturno, com o propósito de trazê-los para o mundo do crime.
Essa é uma das faces nua e crua de nossa miséria, para a qual as autoridades precisam voltar suas atenções, sem demagogia, mas com ações concretas e duradouras.
Vê-se, pois, que o terrível mal já extrapolou as esquinas, sobretudo de bairros periféricos, nos quais a presença da polícia tem sido nula, procurando aumentar a legião de dependentes e fornecedores. Alastra-se assim o perigo, com o qual já convive a população portovelhense.
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| :: - As drogas de altíssimo risco |
| Postado por blog em 28/11/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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No sentido de complementar o trabalho da semana passada, vamos hoje fazer alusão a algumas das principais drogas que afectam o sistema nervoso central e que, nesse mesmo âmbito, contribuem para o incremento da actividade mental de forma incrivelmente rápida, mas perigosa.
Comecemos, então, pelas anfetaminas, psicoestimulantes capazes de acelerar o indivíduo, quer física quer psiquicamente, impedindo a indução reparadora do sono e, portanto, iludindo a fadiga natural que invade o organismo humano, no seguimento de um qualquer esforço mais acentuado ou prolongado.
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| :: - Urge acabar com as drogas |
| Postado por blog em 20/11/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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A Polícia Rodoviária Federal apresentou na tarde de quinta-feira um balanço sobre a quantidade de droga apreendida desde janeiro nas rodovias federais do Estado. Num primeiro momento, fiquei impressionado com a quantidade. Depois, parei um pouco para pensar e cheguei à conclusão de que a quantidade apreendida é ainda pequena. Pelo que vejo na televisão e leio nos jornais, a droga continua entrando livremente em Mato Grosso e vejo que mais do que a ação da PRF é necessário um trabalho conjunto de todas as polícias para colocar um fim neste que é um câncer na sociedade brasileira.
Não posso deixar de destacar a ação da Polícia Rodoviária Federal. Mesmo com um efetivo pequeno, mostra que está trabalhando com afinco. Afinal, apreender 1,5 tonelada de droga não é uma tarefa tão fácil assim. O balanço mostra que 151 pessoas foram presas e que foram apreendidos 111,23 kg de cocaína, 1.185,8 kg de pasta-base e 91,26 kg de maconha. Ainda segundo informações da polícia, o transporte de entorpecentes é feito geralmente por pessoas de baixa renda e baixa escolaridade, ‘compradas’ pela falsa ilusão de dinheiro fácil.
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| :: - As drogas da vida pública |
| Postado por blog em 20/11/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Um dos votos mais equivocados que dei, nos meus dois mandatos de deputado federal, foi a favor da criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), em 1996. Só tenho a dizer, a meu favor, que, quando se está em Brasília, um parlamentar, por mais bem-intencionado que seja, acaba por se deixar levar pelas ondas da política e apóia, muitas vezes, projetos de lei que colidem frontalmente com as suas convicções doutrinárias e ideológicas.
A história da famigerada CPMF, no Brasil, é tortuosa e o grande e maior erro que se cometeu foi aprová-la pela primeira vez. Todo economista e jornalista bem informado sabe muito bem que um tributo, por mais bem-intencionado que seja e por mais transitória que seja a sua duração prevista, acaba se desvirtuando, tendo destinos que nada têm que ver com a proposta original e, por força das pressões da máquina pública, uma vez criado, as despesas do Estado naturalmente se amoldam a ele e este jamais deixa de existir.
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| :: - Drogas: Repressão ou legalização? |
| Postado por blog em 17/10/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Catorze anos atrás, morria Pablo Escobar Ortiz, chefe do poderoso Cartel de Medellín, na Colômbia. Mas, como diz o ditado, rei morto, rei posto.
Para o público, o governo colombiano derrotou o rei do narcotráfico; o bem venceu o mal. No entanto, segundo Virginia Vallejo, amante e única sobrevivente entre as pessoas mais próximas de Pablo Escobar Ortiz, em entrevista ao jornal El País, o narcoestado sonhado por ele está mais vivo do que nunca – um esquema que atua por todo o Caribe e México - e teria a participação de grandes políticos, entre os quais dois ex-presidentes e o atual, Álvaro Uribe. Se for verdade o que diz Virgínia, de nada adianta a montanha de dólares que os EUA despejam na Colômbia para combater o tráfico de drogas.
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| :: - Propedêutica pedagógica nas drogas |
| Postado por blog em 17/10/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
Em conformidade com o programa nacional, previsto para os primeiros anos de escolaridade obrigatória e gratuita, aos alunos devem ser criadas condições de aquisição de competências que visem o reconhecimento dos perigos da utilização de medicamentos sem intervenção clínica; a noção dos malefícios causados pelos produtos de limpeza, se mexidos, entornados, inalados ou ingeridos, ou se colocados em contacto com a pele ou as mucosas; a perigosidade de aceitação de objectos ou substâncias das mãos de indivíduos estranhos, na rua ou nas imediações dos estabelecimentos de ensino. Tanto na escola como em casa, e ainda em outros quaisquer ambientes, professores, pais, ou outro tipo de tutores educam e formam, ou devem fazê-lo, numa complementaridade actuante que tem por objectivo procurar dotar as crianças de (in)formação suficiente e coerente, sempre com a postura adequada de quem a transmite, ou seja, propiciando um clima afectivo envolvente e útil, indispensável à normal interiorização, quer da disciplina, quer das limitações que a vida social “naturalmente” impõe.
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| :: - Crianças e adolescentes sofrem com os efeitos trazidos pelo vício em drogas |
| Postado por blog em 05/10/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Os estragos que as drogas trazem para a vida de crianças e adolescentes são devastadores, seja pelo vício ou pelo tráfico, e atingem toda a família. Um dos adolescentes que sofrem com os efeitos do vício conversou com a equipe da TV Globo Nordeste e a levou para conhecer seus parentes, que ele visita somente de vez em quando.
Desde os 12 anos, ele vive nas ruas do Recife. Anda descalço, sem rumo e à sombra do tráfico de drogas. Abandonou a família e se entregou aos vícios. Hoje, aos 17 anos, diz que não consegue se libertar. A mãe, que tem outros seis filhos, desabafa ao lembrar das conseqüências que a droga trouxe para a vida do adolescente: Eu faço tudo, só não dou minha vida a ele porque não posso. Coloco ele dentro de casa, ele num fica. Já foi preso, não adianta mentir. Já fui lá tirar ele”, diz a mãe.
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| :: - As muitas drogas que consumimos |
| Postado por blog em 20/06/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Existem inúmeros tipos de drogas disponíveis ao nosso redor. Vou citar alguns como exemplo: temos a droga da segurança, a droga da educação, a droga da saúde, entre outras tantas. A imensa maioria dessas drogas tem o mesmo princípio ativo denominado “corrupção”. Estas drogas são produzidas através de uma espécie de pó, conhecido como “pó-litica” (que realmente se escreve com “Ó” de “tenha DÓ”).
O problema é mais grave nas áreas mais pobres da população, que enfrentam sobre tudo o problema do fumo. As queixas mais comuns são: “fumo assaltado”, “fumo despejado”, “fumo demitido”, etc.
A aparente incompetência de muitas das áreas dos poderes constituídos (do municipal ao federal) é tanta, que poderíamos pressupor que se a população fosse um corpo com um ferimento na cabeça, eles provavelmente estariam aplicando um torniquete bem apertado no pescoço da vítima para aplacar o sangramento.
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| :: - RELATÓRIO COLOCA DROGAS E ÁLCOOL COMO RESPONSÁVEIS POR CRISE SEXUAL |
| Postado por blog em 16/06/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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LONDRES, 15 JUN (ANSA) - O consumo de drogas e álcool na Grã-Bretanha está gerando uma crise sexual na saúde dos jovens, segundo reportou o Grupo Independente do Conselho, um órgão governamental.
De acordo com esse relatório, o aumento das infecções transmitidas sexualmente acontece principalmente devido ao consumo de drogas e álcool. Aplaudimos as diferentes campanhas para conscientizar os jovens em temas como sexo, drogas e álcool, mas não são suficientes, informou o documento.
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| :: - Você consome drogas? |
| Postado por blog em 12/06/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Provavelmente você vai estufar o peito e negar ostensivamente: “Não. Eu não consumo drogas”. Talvez ainda vai olhar de maneira intransigente para o interpelador que colocar tal indagação e tomá-la como uma ofensa pessoal. Quem sabe, de bom humor esteja, você vai ser mais brando: “Não, meu caro, eu não consumo drogas. Gosto de uma cervejinha ou de um uísque para me divertir. E isso, somente no fim e semana. Nos outros dias não passo de alguns cafezinhos”.
Caros amigos, adeptos dos cafezinhos diários e das bebidas alcoólicas, lamento lhes informar o que muita gente já sabe: vocês são consumidores de drogas. E não adianta se espernear, trazer o contra-argumento de nunca ter consumido maconha, cocaína, heroína, ou qualquer outra droga ilícita, no intuito de fazer parte do grupo imaculado dos puritanos que nunca se drogaram. No bem melhor, você será considerado um indivíduo que não é transgressor dos regulamentos legais e não se fez um contraventor. Que bom, um mal a menos.
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| :: - Drogas não são todas iguais |
| Postado por blog em 11/06/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Todas as drogas, legais (tabaco, álcool e alguns medicamentos sujeitos a receita médica) ou ilegais (as mais conhecidas são a heroína e outros opiáceos, cocaína, haxixe e marijuana, anfetaminas e ecstasy e alucinogénios: LSD, cogumelos e mescalina), têm em comum a alteração da actividade cerebral e o despertar de um mecanismo de recompensa ou prazer.
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| :: - Estudo mostra que 20% das crianças nos semáforos usam drogas |
| Postado por blog em 08/04/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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A Semdes vai lançar uma campanha contra a doação de dinheiro em semáforos, para tentar tirar as crianças das ruas O envolvimento com as drogas tem se tornado parte da vida de crianças e adolescentes em situação de rua em Piracicaba. A constatação é da Semdes (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social), que em janeiro encontrou 73 meninos em semáforos realizando malabares. Destes, ao menos 20%, ou seja, 15, eram viciados.
A Polícia Civil, por meio da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes), alertou para outro agravante. Recentemente, três jovens foram flagrados vendendo drogas nos sinais. O tráfico servia, principalmente, para manterem o uso do entorpecente e, conseqüentemente, atingia outros adolescentes e crianças em situação de rua.
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| :: - Perfil do usuário de drogas no Brasil |
| Postado por blog em 14/03/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Pesquisa inédita feita em 27 capitais brasileira mostrou que mais da metade dos usuários está na escola.
Qual é o perfil do usuário de drogas? Pela primeira vez, foi feito um levantamento sobre o assunto no Brasil. Os pesquisadores descobriram que, na faixa dos 10 aos 18 anos, mais da metade dos usuários está na escola.
É uma pista para o combate ao tráfico e à prevenção entre os jovens. Outras ações vão ser discutidas no Fórum Nacional Contra as Drogas, que começa hoje, em Brasília.
Para falar sobre a pesquisa, que foi feita em 27 capitais, o Bom Dia Brasil conversou com o secretário nacional antidrogas, Paulo Roberto Uchôa.
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| :: - Drogas - A caminhada para o nada |
| Postado por blog em 04/03/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Segundo a O M S (Organização Mundial de Saúde), “droga é toda substância que, administrada ao organismo, produz modificações em uma ou mais de suas funções”.
- Heroina - Calmante - Álcool - Anfetamina - Anabolizante - Ópio - Cola de sapateiro - Cocaína - Morfina - Crack - Êxtase - Tramquilizante - Maconha - Sedativos
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| :: - Estimulantes do SNC |
| Postado por blog em 02/03/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Os Estimulantes da Atividade do Sistema Nervoso Central referem-se ao grupo de substâncias que aumentam a atividade do cérebro. Ou seja, estimulam o seu funcionamento, fazendo com que a pessoa fique mais ligada, elétrica, sem sono.
Este grupo de substâncias é também chamado de psicoanalépticos, nooanalépticos, timolépticos.
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| :: - Quer saber como funcionam as drogas em seu organismo/cerebro? |
| Postado por blog em 15/02/2007 na Categoria : Artigos SubCategoria : Drogas |
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Abaixo esta um link para um site que mostra o efeito das drogas meu amigo. É analisado as seguintes drogas: Maconha; Estasy; Speeds; Cocaína; Heroína; Alcool e a Nicotína.
Esta todo em Flash (animações como em um filme) e esta em diversas línguas (português entre elas).
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| :: - Crianças e adolescentes têm fácil acesso às drogas |
| Postado por blog em 29/11/2006 na Categoria : Artigos SubCategoria : Adolescência |
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A situação de rua de crianças e adolescentes não é um fenômeno exclusivamente brasileiro, nem dos países em desenvolvimento. Embora os contextos socioculturais e a postura da população possam variar, em maior ou menor grau, a presença de jovens vivendo em situação de rua é uma questão mundial. O consumo de substâncias psicoativas, lícitas ou ilícitas, parece acompanhar esse cenário. Assim, o abuso de drogas é freqüente entre meninos e meninas que vivem nessas condições no Brasil.
Existe uma grande diversidade de situações de rua. A maioria traz consigo muitos aspectos que aumentam a probabilidade de uso de drogas psicotrópicas. Além dos fatores individuais e familiares, o contexto social da rua tende a favorecer o consumo. “Eu uso maconha, loló e, de vez em quando, a cola. Eu via as pessoas usando e tive curiosidade. Comecei a usar por vontade própria”, diz um adolescente de 14 anos, do bairro de Santo Amaro – no Recife (PE).
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